Análise da Sinistralidade na Saúde Suplementar

A sinistralidade, percentual apurado entre Despesas Assistenciais gastas pelas operadoras/Seguradoras em relação ao recebimento das contraprestações/ prêmios ganhos pagas pelos usuários, é um dos mais fortes índices a comprometer o resultado das Operadoras/Seguradoras da Saúde Suplementar; aliado aos custos de judicialização + multas aplicadas, pode causar um verdadeiro desastre nos resultados, quando não causa por si só.

Para efeito dessa análise, vale presumir que a sinistralidade máxima admitida para o setor de saúde suplementar, em princípio e dependendo de diversos outros fatores, deva ficar ao redor dos 70% ou no máximo 75%, e mesmo assim para o caso de operadora muito eficiente, com absoluto controle e otimização de seus custos, investimentos, carteira equilibrada e muito boa seletividade de riscos.

Neste levantamento e análises, procuramos apresentar um retrato dos índices nos anos de 2017, comparando-os aos anos de 2016 e 2015, demonstrando a enorme influência destes números.

Assim, nossa amostra contemplou 704 operadoras/seguradoras, assim distribuídas por porte e modalidade:

 

Porte
Pequena Média Grande
Até 20 mil usuários Entre 20 mil e 100 mil usuários Acima de 100 mil usuários
391 240 73

 

Modalidade
Autogestão Coop. Médica Filantropia Medicina de Grupo Seguradora Especializada
120 288 41 244 9

 

Beneficiários
Modalidade 2016 2017
Autogestão 3.813.270 3.711.510
Cooperativas Médicas 17.698.671 17.698.671
Filantropia 1.083.325 1.096.670
Medicina de Grupo 22.506.289 23.970.376
Seguradoras Especializadas 7.281.650 7.142.632
Total Amostra 52.568.557 53.619.859

 

A sinistralidade do setor, como um todo, situou-se no patamar de 84,7%.

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