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Desfecho de embate entre IRB e Squadra depende da CVM

13 de fevereiro 2020

Desde divulgação de documento ações recuaram quase 25%

Iniciado há dez dias, o embate entre a Squadra e o IRB só deve ganhar um desfecho quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) avaliar se a gestora de recursos carioca, ao divulgar uma carta em que questiona os resultados apresentados pela empresa de resseguros, atuou com o intuito de “manipular” os preços de mercado ou não.

Após a chegada do IRB à bolsa, em 2017, a Squadra estudou os fundamentos da resseguradora e avaliou que a ação vinha sendo negociada no mercado a um valor muito acima do que considerava justo. Em 2018, fez uma posição vendida (apostando na queda) nas ações. Como de lá para cá as ações do IRB continuaram a se valorizar, divulgou seu estudo sobre a empresa com a justificativa de que precisava esclarecer aos cotistas do fundo sob sua gestão por que mantinha a posição, apesar das perdas que ela vinha gerando para as cotas.

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Autor: Ana Paula Ragazzi
Referência: Valor Econômico