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Dasa auxilia médicos a prescrever e interpretar exames

16 de janeiro 2020

A GeneOne, laboratório de genética da Dasa, tem o maior portfólio em exames genéticos do Brasil, incluindo genes únicos, painéis, exoma e genoma completo. São testes que podem representar muito para a vida dos pacientes, mas isso não significa que eles devem ser feitos por todo mundo. “Os exames de genética são caros e têm indicações bem predefinidas. Indicar corretamente esses exames é condição para que realmente a gente faça um uso correto”, esclarece Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica da Dasa.

Para garantir esse uso racional e mais eficiente das análises genéticas, a Dasa desenvolve um amplo trabalho de assessoramento para os médicos. “A gente tem um processo de educação médica muito forte. São tecnologias novas e, às vezes, a população médica como um todo ainda não teve acesso a esse tipo de exame”, afirma Gasparetto.

Uma das frentes da Dasa para possibilitar o acesso a informação de qualidade sobre os exames genéticos é a geração de conteúdo. A companhia conta com um amplo time dentro da área médica focado na produção de materiais que ajudem a esclarecer as principais questões sobre o tema. “A equipe de visitação leva esses materiais até os médicos e explica para que servem e para que não servem os exames”, diz Gasparetto.

A Dasa também realiza diversos eventos para a comunidade médica. Sempre que a companhia disponibiliza um novo exame, principalmente aqueles com tecnologias mais recentes e desafiadoras, promove um encontro para apresentar e esclarecer os principais pontos sobre a nova técnica. A Dasa também realiza muitos eventos online nas redes sociais. O conteúdo fica disponível permanentemente e pode ser acessado depois, em qualquer dia ou horário.

Os profissionais da saúde podem contar ainda com o serviço do Núcleo de Assessoria Médica (NAM), um plantão para tirar dúvidas sobre os exames, com atendimento de médico para médico. Os profissionais da Dasa também entram ativamente em contato com seus pares externos que possam ter interesse em algum exame e comunicam como a tecnologia funciona.

“Como nós não prescrevemos exames, nós fazemos os testes, nosso papel é trabalhar ao lado do médico e tirar dúvidas sobre para que serve esse exame, como eu peço esse exame, como eu interpreto esse exame e como eu comunico para o paciente essa interpretação”, resume Gasparetto.

Referência: Estado de São Paulo