Sem reclamar

Coluna do Broadcast

A recente valorização do dólar deve servir de trampolim para o crescimento das receitas das resseguradoras brasileiras com atuação no exterior no segundo trimestre. Além do IRB Brasil Re, que tem Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e União como controladores, Terra Brasis e Austral, da Vinci Partners, tendem a ser beneficiadas.

Ganha-ganha – Essas companhias ganharão em duas frentes. Enquanto pelo lado das receitas, os resultados de prêmios emitidos no exterior virão fortes por conta do novo patamar do câmbio, do lado das despesas, boa parte está vinculada à moeda brasileira. Entre tais despesas estão os custos administrativos e de retrocessão – ou seja, transferência de risco entre as próprias resseguradoras. No IRB, que tem adotado uma estratégia de diversificação, os prêmios no exterior tiveram crescimento de quase 18% no primeiro trimestre ante um ano, totalizando R$ 548 milhões.

Referência: Estado de São Paulo