Oficinas automotivas e a crise financeira

No ano de 2014 o Brasil chegou a produzir e licenciar quase quatro milhões de veículos. A partir de 2016, entretanto, devido à crise que atingiu o país, os números caíram para, aproximadamente, dois milhões. A indústria de reparação automotiva, por sua vez, não foi gravemente afetada. É o que explica Antonio Fiola, presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), no programa Panorama do Seguro.

Por causa da crise, o consumidor tende a reparar mais seu automóvel ao invés adquirir um novo.  Além disso, “todos esses carros estão saindo do período de garantia e vindo para a reposição, então a gente acaba conseguindo manter um status saudável”, afirma Fiola.

O presidente também apresentou os desafios do sindicato, dentre eles, a formalização e capacitação do profissional reparador, bem como o relacionamento com as seguradoras. “A gente quer dar pra esse cliente o melhor atendimento possível, e, para isso, dependemos muito da seguradora. O único beneficiado será o cliente final e, assim, a nossa cadeia produtiva se fortalecerá”, conclui.

Referência: Monitor Mercantil