Tática de ‘guerrilha’

Maior empresa brasileira no ramo de corretagem de seguros de vida, o Grupo Assurê, sediado no Rio de Janeiro, chega aos 50 anos em transformação. Sob a batuta de Henrique Brandão Filho, a empresa vem implementando a estratégia de deixar de se pautar só pela venda corporativa e ser “empresa de CPF”, vendendo benefícios a pessoas físicas. “É essencial diluir o risco de apostar em um único segmento, e é neste sentido que temos feito os investimentos”, conta. A aposta é no que a Assurê considera sua maior expertise: tática de “guerrilha” de seus corretores.

Necessário e não obrigatório

“Se o cliente nos dá a chance de mostrar o que fazemos, ele contrata nossos serviços”, garante Henrique Brandão Filho, lembrando que o setor de corretagem no Brasil passou anos empunhando a bandeira da obrigatoriedade de o nome do corretor constar do contrato de compra de seguros. Hoje, o objetivo é que o cliente considere este corretor e, por extensão, a Assurê, necessária e não obrigatória. “Esta é a chave da perpetuidade da empresa. Que cada pessoa da família lembre de nos consultar sempre que surgir a necessidade de contratar qualquer tipo de seguro”, acrescenta.

Autor: Liliana Lavorati – Referência: DCI